Para igreja, fé pode libertar do homossexualismo

Inserida em 10/05/2012 - Fonte: Notícias Cristãs com informações do Portal Sul

Os debates em Brasília, em torno de um recente projeto de lei, têm efervescido discussões pelo país. A normativa alteraria dois artigos do Conselho Federal de Psicologia, permitindo o tratamento do homossexualismo como um transtorno. Na região, o restabelecimento da opção sexual é possível através da fé.
Conforme o pastor André Paim Praessler, da Comunidade Evangélica Luterana Renovada, os trabalhos de cura interior e libertação compreendem os considerados desvios de conduta, como a dependência química e a depressão.
"O que a gente faz é embasado na palavra de Deus. Tudo que está na Bíblia é equilíbrio, não podemos radicalizar", salienta.
Segundo ele, a demanda é crescente, tanto que nesta semana inicia a capacitação de membros da igreja para atuar na segmentação. O pastor acrescenta que para otimizar o trabalho, pretende participar de um ministério focado no atendimento a homossexuais.
Para vivenciar a transformação, o desejo é o passo inicial, conforme ele. "Quem vem com o interesse de mudar de vida, consegue. Mas não adianta a pessoa sair da igreja e continuar com a vida de antes, tem que haver mudança".
O trabalho se baseia também nas vivências individuais aplicadas ao âmbito religioso. "Nós fazemos um mapeamento de tudo que a pessoa viveu e trazemos a realidade dela à luz da Bíblia. Um grande percentual sofreu alguma violência sexual, por isso tem aversão ao sexo oposto", menciona.
A eficácia do método religioso é comprovada por Clér Seijo, que há oito anos buscou a transformação. "Eu fui progredindo com o tempo. Mudei a maneira como me vestia, minhas companhias. Ninguém me ensinou, as mudanças foram automáticas", relata.
Casado, com dois filhos e também pastor da congregação, ele pontua a percepção da temática. "O homossexualismo não é doença, mas se fosse Jesus também curaria".
A crença defende a homossexualidade como uma falta de identidade sexual, que poderia ser repassada pelo patriarca da família. "O pai tem que mostrar que ele é o homem da casa. Ele não faz isso batendo na mãe ou ficando o dia inteiro no bar, mas assumindo a responsabilidade do lar e conversando com os filhos", complementa o pastor André.
A religião acredita também em heranças de gerações, diferentemente da composição genética. O pastor acrescenta que homossexuais que não aderiram ao trabalho de transformação também frequentam a igreja, sem diferenciação.

 

Santuários descobertos em Judá confirmam descrições bíblicas

Inserida em 10/05/2012 - Fonte: Notícias Cristãs com informações do The Christian Post e Elu Universal via Gospel Prim

Arqueólogo da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriu santuários de culto que remontam ao tempo do rei Davi. Seu achado pode oferecer maior clareza para algumas referências obscuras a construções na Bíblia.
Professor Yosef Garfinkel diz que sua descoberta em Khirbet Qeiyafa, uma antiga cidade fortificada localizada 30 quilômetros a sudoeste de Jerusalém e adjacente ao vale de Elá, comprovam a narrativa bíblica sobre como era a região antes da construção do Templo de Salomão.
“Esta é a primeira vez que arqueólogos descobriram uma cidade fortificada em Judá datada do período do rei Davi”, explicou Garfinkel em um comunicado de imprensa. “Nem mesmo na região de Jerusalém achamos uma cidade fortificada tão bem conservada deste período”.
“Pela primeira vez na história temos objetos reais do tempo de Davi, que podem estar relacionado com os monumentos descritos na Bíblia”, comemora o comunicado de imprensa, do Ministério das Relações Estrangeiras de Israel. Curiosamente, o anúncio foi feito poucos dias após um “selo” do mesmo período ter sido localizado em Jerusalém.
O grupo de arqueólogos liderado por Garfinkel descobriu várias peças em um local de escavação perto da cidade israelense de Bet Shemesh. Eles podem ser suficientes para mudar o modo como vemos a descrição bíblica dos reinados de Davi e Salomão.
A descoberta é composta de três caixas esculpidas em pedra, com cerca de 20 centímetros de altura, usadas para armazenar objetos do culto.
“Seu design meticuloso correspondem às descrições bíblicas do palácio e do Templo de Salomão”, disse Garfinkel, que passou cinco anos escavando Khirbet Qeiyafa, também conhecida como a “Fortaleza de Elá”, uma cidade cercada por muralhas e localizada estrategicamente entre Jerusalém e as cidades habitadas pelos filisteus.
O Antigo Testamento narra com grande detalhe os reinados de Davi e Salomão, durante o século 10 aC, mas até hoje há pouquíssimas evidências que confirmem sua magnitude ou até mesmo a sua existência. Em Jerusalém há abundância de vestígios do período do Segundo Templo (século 6 aC), mas as referências ao primeiro Templo ainda são objeto de debate acadêmico e político.
Um deles é um muro de 70 metros, com uma alta torre de vigia que foi desenterrada perto das muralhas da cidade antiga de Jerusalém, dois anos atrás. Ela foi identificada como um possível trabalho do rei Salomão. Estruturas fortificadas do mesmo tamanho foram encontrados em Khirbet Qeiyafa, cuja construção data entre os séculos 10 e 11 aC.
Entre os achados de agora estão peças de cerâmica, ferramentas feitas de pedra e metal, obras de arte, e três salas que serviriam de santuários. Os itens encontrados, diz Garfinkel, revelam que as pessoas que viviam ali eram monoteístas e não tinham um ícone. Ou seja, não adoravam imagens de escultura de seres humanos ou animais. Os israelitas da Bíblia eram assim, muito diferentes dos povos vizinhos.
“Ao longo dos anos, milhares de ossos de animais foram encontrados, incluindo ovelhas, cabras e gado, mas nunca de porcos. Agora descobrimos três salas de culto, com vários apetrechos, mas nenhuma imagem de culto humana ou animal foi encontrada”, disse Garfinkel.
“Isto comprovaria que a população local obedecia duas proibições bíblicas – carne de porco e imagens esculpidas. E também que seu culto diferia dos cananeus ou dos filisteus”.
Pequenos “santuários portáteis” ou “miniaturas” foram descobertos no local. Eles possuem marcas que os arqueólogos acreditam serem capazes de esclarecer o significado de algumas palavras bíblicas que perderam o seu verdadeiro significado ao longo do tempo.
Na descrição do palácio de Salomão, em 1 Reis 7:1-6, por exemplo, a palavra “Slaot” foi traduzida como “pilares”, mas agora eles dizem que seria melhor ser entendido como “triglifos”, que seriam as vigas do telhado, também comuns nos templos gregos. O termo “Sequfim”, que já havia sido traduzida como “três ordens de janelas”, agora está sendo entendida como “três portas de entrada rebaixadas”.
Foram encontradas casas na cidade cuja altura é exatamente duas vezes sua largura, como são muitos edifícios de Jerusalém. Esse seria o teste de conexão entre a capital e o que se acredita que foi a cidade bíblica de Saaraim, habitada nos tempos de Davi e Salomão e mencionada nos livros de 1 Samuel e 1 Crônicas.
“Saaraim, aqui no Vale de Elá, significa “duas portas”. É uma cidade única do período do Primeiro Templo, pois possuía duas portas de entrada, todas as outras tinham apenas uma”, disse.
Para os pesquisadores, essas últimas descobertas reforçam a corrente de estudo que vê na Bíblia um relato confiável dos acontecimentos históricos. “A precisão das descrições não nos deixa outra opção, mas quem ainda não acredita me explique como tal similaridade é possível”, finaliza Garfinkel.
Hershel Shanks, editor da revista Biblical Archaeology Review, disse ao Christian Post que as descobertas são “extremamente interessantes” e que nem 20% do local foi escavado ainda, então o mais é provável que podem haver algumas surpresas pela frente”.

 

Pastor americano volta a queimar o Alcorão na Flórida

Inserida em 03/05/2012 - Fonte: Notícias Cristãs com informações da AFP via Terra

O polêmico pastor americano Terry Jones queimou no sábado mais exemplares do Alcorão e uma representação do profeta Maomé para protestar contra a prisão no Irã de um cristão, informou o jornal The Gainesville Sun.

O jornal afirma que Jones e outro pastor, que executaram o ato de protesto diante de sua igreja em Gainesville, Flórida, no sábado, exigiram a libertação do pastor cristão Youcef Nadarkhani de uma penitenciária iraniana. De acordo com Jones, o pastor Nadarkhani corre o risco de execução. O Pentágono pediu a Terry Jones que reconsiderasse os atos e manifestou preocupação com a queima do Alcorão, que pode prejudicar os soldados americanos no Afeganistão, segundo o Gainesville Sun.

Em março de 2011, o pastor Wayne Sapp queimou um exemplar do Alcorão e divulgou o vídeo na internet. As imagens provocaram uma onda de violência no norte do Afeganistão, com um saldo de 12 mortos.

 

Líder cristão nigeriano ameaça recorrer à violência

Inserida em 03/05/2012 - Fonte: Notícias Cristãs com informações do CM

Um dos principais líderes cristãos da Nigéria avisou esta quarta-feira que os fiéis podem abandonar a sua contenção se a violência de uma grupo islamita radical continuar no país.
De acordo com a agência AP, o presidente da Associação Cristã da Nigéria, Ayo Oritsejafor, afirmou à imprensa que estava a fazer um "apelo final" ao governo para acabar com a violência e os ataques atribuídos ao Boko Haram.

"A liderança da Igreja tem conseguido até agora colocar uma grande restrição a milhões de inquietos e ofendidos nigerianos, mas não pode garantir que assim continue se esta tendência de terror não for parada imediatamente", disse Oritsejafor. O Boko Haram já matou este ano mais de 480 pessoas, tanto cristãos como muçulmanos, na sua batalha sectária com o governo central nigeriano.

 

Pastor americano volta a queimar o Alcorão na Flórida

Inserida em 03/05/2012 - Fonte: Notícias Cristãs com informações da AFP via Terra

O polêmico pastor americano Terry Jones queimou no sábado mais exemplares do Alcorão e uma representação do profeta Maomé para protestar contra a prisão no Irã de um cristão, informou o jornal The Gainesville Sun.

O jornal afirma que Jones e outro pastor, que executaram o ato de protesto diante de sua igreja em Gainesville, Flórida, no sábado, exigiram a libertação do pastor cristão Youcef Nadarkhani de uma penitenciária iraniana. De acordo com Jones, o pastor Nadarkhani corre o risco de execução. O Pentágono pediu a Terry Jones que reconsiderasse os atos e manifestou preocupação com a queima do Alcorão, que pode prejudicar os soldados americanos no Afeganistão, segundo o Gainesville Sun.

Em março de 2011, o pastor Wayne Sapp queimou um exemplar do Alcorão e divulgou o vídeo na internet. As imagens provocaram uma onda de violência no norte do Afeganistão, com um saldo de 12 mortos.